Site profissional de Psicologia voltado ao compartilhamento de conteúdos em Psicologia e Psicanálise e à apresentação do meu trabalho como psicóloga clínica.
Jovens adultos, transição para a vida adulta e crise de identidade
A transição para a vida adulta costuma trazer dúvidas, pressões e sentimentos de insegurança sobre quem se é e qual caminho seguir. Questões ligadas à identidade, escolhas profissionais, relacionamentos e expectativas sociais podem gerar ansiedade e sensação de estar perdido. A psicoterapia oferece um espaço de escuta e reflexão para compreender esses conflitos, elaborar angústias e construir um caminho mais alinhado com os próprios desejos e possibilidades.
Angústia existencial, ansiedade e sofrimento emocional
Na perspectiva psicanalítica, a angústia não é apenas um sintoma a ser eliminado, mas um sinal de algo que insiste em ser escutado. O atendimento busca compreender o que sustenta a ansiedade e o sofrimento emocional, considerando a história singular do sujeito, seus conflitos inconscientes e as formas que encontrou para lidar com eles. A clínica possibilita dar sentido ao sofrimento, reduzindo a repetição automática e ampliando a capacidade de escolha.
Autoestima, identidade e autoconhecimento
A psicanálise entende a autoestima como algo construído nas relações e nos primeiros vínculos, e não como uma característica fixa. O trabalho clínico investiga as identificações, idealizações e exigências internas que atravessam a forma como o sujeito se vê e se cobra. A terapia favorece um processo de autoconhecimento que não busca um ideal de perfeição, mas uma relação mais verdadeira e menos violenta consigo.
Burnout, esgotamento emocional e sobrecarga psíquica
O esgotamento é compreendido como efeito de um excesso — de demandas, de responsabilidades e de exigências de desempenho. A clínica psicanalítica investiga como o sujeito se posiciona frente ao trabalho, ao reconhecimento e à lógica produtivista, ajudando a diferenciar desejo de obrigação. O processo terapêutico permite repensar limites, expectativas e modos de se implicar sem adoecer.
Sofrimento ético-político e impacto do contexto social na saúde mental
A psicanálise, articulada ao campo social, reconhece que o sofrimento não é apenas individual. Questões como desigualdade, precarização, violências simbólicas e exigências do capitalismo atravessam a subjetividade. O atendimento oferece um espaço para nomear esses impactos, evitando a culpabilização individual e possibilitando uma elaboração mais crítica e consciente da própria experiência.
Relacionamentos amorosos: conflitos, ciúmes, dependência emocional e rupturas
Os vínculos amorosos são compreendidos como espaços de repetição de padrões inconscientes. A clínica investiga como escolhas afetivas se relacionam com histórias anteriores, fantasias, medos de abandono e necessidade de reconhecimento. O trabalho terapêutico auxilia na elaboração de rupturas, no manejo do ciúme e na construção de relações menos marcadas pela dependência e mais sustentadas pelo desejo.
Conflitos familiares e dificuldades nos vínculos afetivos
A família é um dos principais lugares de constituição do sujeito. A partir da psicanálise, o atendimento busca compreender os papéis ocupados, as expectativas herdadas e os conflitos que se repetem nas relações familiares. A clínica favorece a diferenciação subjetiva e a possibilidade de novos posicionamentos frente aos laços familiares.
Relações de amizade, pertencimento e solidão
A experiência de pertencimento está diretamente ligada à construção da identidade. O trabalho clínico investiga sentimentos de exclusão, inadequação e solidão, ajudando o sujeito a compreender como se vincula ao outro e quais defesas utiliza para se proteger. A terapia possibilita construir relações mais autênticas e menos marcadas pelo medo de rejeição.
Culpa excessiva, dificuldade de limites e autocobrança
A psicanálise compreende a culpa como efeito de exigências internas muitas vezes inconscientes. O atendimento busca identificar a origem dessas cobranças e como elas se traduzem em dificuldades de dizer não, de estabelecer limites e de se priorizar. O processo terapêutico favorece uma relação mais ética e menos punitiva consigo.
Diversidade, identidade e empoderamento subjetivo
A clínica oferece um espaço ético e acolhedor para a escuta de questões relacionadas à identidade, diversidade e pertencimento. A psicanálise trabalha no sentido de sustentar a singularidade do sujeito, permitindo que ele se autorize a existir a partir de sua própria experiência, sem a necessidade de se adequar a normas que produzem sofrimento.
Transtornos e alterações de humor (incluindo transtorno bipolar)
Na abordagem psicanalítica, os transtornos de humor são compreendidos para além do diagnóstico. O atendimento busca entender como as oscilações de humor se articulam à história do sujeito, às relações e às formas de lidar com perdas e frustrações. A clínica não se reduz ao controle de sintomas, mas aposta na construção de sentido e na ampliação da capacidade de elaboração psíquica.
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
A psicanálise investiga o TDAH considerando a singularidade do sujeito, suas dificuldades de concentração, impulsividade e organização, sem reduzi-lo a um rótulo. O trabalho clínico busca compreender como essas manifestações se articulam à história emocional, às exigências externas e à relação com o desejo, promovendo estratégias subjetivas mais possíveis.
Medos, fobias e inseguranças
Medos e fobias são compreendidos como formações do inconsciente que expressam conflitos não simbolizados. A clínica oferece um espaço para que esses afetos possam ser elaborados, permitindo que o sujeito compreenda o que está em jogo em suas inseguranças e reduza a necessidade de evitamentos que limitam a vida.
Luto, perdas e processos de despedida
A psicanálise compreende o luto como um processo singular, que não segue prazos nem etapas rígidas. O atendimento oferece um espaço de escuta para a dor da perda, respeitando o tempo de cada sujeito e possibilitando a elaboração do vínculo perdido, sem silenciamento ou pressa para seguir adiante.
Mudanças de país, estado ou cidade e seus impactos emocionais
Processos de mudança envolvem perdas simbólicas, rupturas de vínculos e reorganizações identitárias. A clínica psicanalítica auxilia na elaboração dessas transições, ajudando o sujeito a nomear sentimentos de desamparo, culpa ou não pertencimento e a construir novas referências internas.
Violência doméstica e seus atravessamentos psíquicos
A escuta psicanalítica reconhece a violência doméstica como uma experiência profundamente desorganizadora. O atendimento oferece um espaço seguro para que o sofrimento possa ser simbolizado, respeitando o tempo do sujeito e trabalhando a reconstrução psíquica, a retomada da autonomia e o fortalecimento da posição subjetiva.
Desenvolvimento de inteligência emocional e resiliência
Na psicanálise, inteligência emocional e resiliência não são habilidades treinadas de forma mecânica, mas efeitos de um processo de elaboração psíquica. A terapia favorece o reconhecimento dos próprios afetos, a ampliação da capacidade de simbolização e a construção de recursos internos para lidar com adversidades de forma mais consciente e menos defensiva.

